10/05/2026
Foi um final de semana intenso! Sendo mãe, filha, irmã mais velha (que é um pouco mãe também!) e sogrinha.
Sendo mulher, vivendo e nutrindo minha família!
Ser mãe é o arquétipo da Lua.
Depois de tantas tempestades, teve muita comemoração e alegria.
E hoje eu pensei sobre herança…
Não aquela que f**a em cofres, mas a que atravessa gerações em silêncio.
O jeito de amar e de sentir.
De olhar para o céu quando a vida aperta…de continuar acreditando mesmo depois das dores.
Minha mãe me ensinou isso, que existe uma força invisível sustentando o mundo.
Uma delicadeza antiga, uma fé sem espetáculo.
A espiritualidade que não precisa gritar para existir.
Ela é pisciana. Eu também.
E hoje, sendo mãe, percebo o quanto esse oceano passou por mim… e chegou até meu filho.
A imaginação, a sensibilidade, a capacidade de enxergar magia onde muita gente só vê rotina.
Lembrei da viagem para a Disney. Parecia impossível em tantos sentidos.
Teve medo de não dar certo, chuva, tornado, cansaço, imprevistos. Mas em algum lugar dentro de mim, eu sabia.
Olhei para o meu filho e pensei: “nós vamos viver isso.”
E vivemos.
Nunca vou esquecer o instante em que o castelo iluminou o céu e os olhos dele ao mesmo tempo.
Naquele momento eu entendi uma coisa que atravessou minha alma como um raio:
Às vezes o maior presente que uma mãe deixa não é proteger um filho da dureza do mundo; é ensinar esse filho a não perder o encantamento apesar dela.
É mostrar que a realidade pode ser difícil… sem deixar que o coração endureça.
Hoje eu honro a mulher que me ensinou a acreditar no invisível.
E a mulher que me tornei… deixando a mesma luz acesa no caminho do meu filho.
O amor também é ancestralidade.
Feliz Dia das Mães. 🤍
P.S.: “And in the end, the love you take is equal to the love you make”
(Nossos moletons mãe e filho da Lennon Wall - Praga)
🖤🤏🏻