19/11/2025
19.11.2025 💎| Hoje, no Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino, minha memória volta no tempo e relembra todas as versões de mim que me trouxeram até aqui. Mulheres que empreendem sabem: não se trata apenas de negócios, mas de coragem, independência, resiliência, reinvenção e de ouvir infinitamente aquela voz interna que sussurra: “...e se eu falhar?”.
E talvez seja por essa reflexão que 2025 tenha um significado tão profundo: completamos mais de 365 dias desde que atravessamos o oceano com medo, esperança e um desejo ardente de acolhimento e de me permitir viver um novo “eu empreendedora”.
Esse primeiro ano na terra da filigrana foi um mergulho silencioso: estudar, observar, entender… e descobrir que crescer não precisa ser duro; pode ser suave, sensível, mesmo quando é necessário recuar para depois avançar.Aos poucos, encontro uma forma de caminhar sem perder aquilo que sempre norteou a marca: a força do feminino, a alma brasileira e o slow fashion que pulsam forte em mim, agora tocados pela arte portuguesa, que insiste em me perguntar: como vamos eternizar as lembranças vividas que já são escassas e rasas?
2026 se aproxima como uma janela aberta para um jardim primaveril que floresce devagar, trazendo ar novo, cores e possibilidades reais de um refresh.E eu quero dividir esse buquê florido com vocês: os processos, as oficinas, os bastidores e, claro, os perrengues que surgem quando saímos da nossa zona de conforto.
E, com o mesmo carinho com que celebro este dia, me despeço com olhos marejados da figura daquela que sempre projetou a KB com um DNA forte, firme e plural.Abro caminho para acolher, semear e regar minha alma singular, mente criativa e coração pulsante. Despida de inseguranças, quero apresentar aos poucos a minha versão mais íntima: a mulher que nunca deixou de sonhar.
"Apresento Suely Lima, designer de joias da Kabokla, unindo-se às mulheres que continuam sendo inspiração.
Sob meu olhar, me proponho a materializar o passado, eternizar momentos e celebrar a vida.
Quero criar joias a partir do mais puro e nobre bem imaterial: as suas memórias afetivas.
Porque, no fim, tudo é sobre a sua história,e não a nossa!
Com carinho, Suely Lima🫶🏾